Como estudar o budismo

Ensinando o Darma, o Buda deu ao mundo um pre­sen­te de ines­ti­má­vel valor, que ensina como encon­trar a liber­da­de. O Darma é um espe­lho que refle­te nos­sas mais pro­fun­das verda­des inte­rio­res. Mostra-nos como pode­mos nos liber­tar de nos­sas pró­prias ilu­sões ao reve­lar pro­fun­das cama­das de ver­da­de que já exis­tem den­tro de nós. Essas são as mes­mas ver­da­des que gover­nam o uni­ver­so. Examinando nossa mente no espe­lho dos ensi­na­men­tos do Buda, des­co­bri­re­mos que a sabe­do­ria que nela des­per­ta é algo que já conhe­cía­mos. A verda­de não é algo ­alheio a nós e, de fato, quan­do a apren­de­mos, vemos que é muito menos desconhecida do que as ilu­sões nas quais acre­di­tá­va­mos antes.

O preço de apren­der o Darma não é fácil de ava­liar ou descrever, pois esse apren­di­za­do ­requer que desper­te­mos para nós mes­mos. Exige tam­bém que tome­mos mui­tas peque­nas e silencio­sas deci­sões no âmago de nosso ser. Devemos decidir que que­remos mudar, apren­der e real­men­te ten­tar apli­car os ensi­na­men­tos do Buda ao mundo em que vive­mos. O budis­mo não é uma ciên­cia árida que possa ser vista como separada das pes­soas que nos rodeiam, assim como não é ape­nas mais um papel que possamos ado­ta­r com rela­ção a elas.

O Darma é a ver­da­de. Por ser ver­da­dei­ro, o Darma não pode estar contido em uma única súmula. Tampouco pode ser cap­tu­ra­do em algu­ma fór­mu­la abs­tra­ta da lin­gua­gem filosófica. Basta che­gar­mos à cer­te­za de tê-lo com­preen­di­do para que o Darma uma vez mais nos esca­pe. Isso acon­te­ce por­que, no momen­to em que toca­mos uma de suas verdades, nós pró­prios começa­mos a mudar. No momento em que uma luz se acen­de na escu­ri­dão, a escuridão desa­pa­rece – desa­pa­re­ce a som­bria mão que escon­dia a luz.

O apren­di­za­do do Darma é o pro­ces­so mais empol­gan­te e mara­vi­lho­so do mundo. A seguir, ten­ta­rei expli­car como abor­dar o Darma de forma a tirar dele o maior pro­vei­to. Os con­se­lhos que apre­sen­ta­rei foram tes­ta­dos e apro­va­dos por pra­ti­can­tes budistas ao longo de mais de dois mil anos. Lembre-se sem­pre: no pro­ces­so de aprendizado das ver­da­des que o Buda ensi­nou, um ele­men­to muito impor­tan­te é apren­der como apren­dê-las.

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